28.3.06
Ouvindo Lamento Sertanejo sinto a melancolia de quem incorporou o pertencimento. De alguma forma sou "do sertão, lá do cerrado" - e imagino e sinto e é como se vivesse. Reconheço-me "rês desgarrada nessa multidão, boiada, caminhando a esmo". Eu, tão urbana, nessa multidão caminhando a esmo. "Pregnância" da música e da poesia.
Postado por Babe Lavenère Bastos
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26.3.06
Homenagem*
Moça bonita, o seu corpo cheira a botão de laranjeira, eu também não sei se é.
Imagine o desatino - é um cheiro de café, ou é só cheiro feminino ou é só cheiro de mulher.
Moça bonita, seu olho brilha qual estrela matutina, eu também não sei se é...
Imagine a minha sina, é o brilho puro da fé, ou é só brilho feminino ou é só brilho de mulher.
Moça bonita, o seu beijo pode me matar sem compaixão, eu também não sei se é
Pura imaginação!
Pra saber, você me dê esse beijo assassino nos seus braços de mulher...
(Geraldo Azevedo - mas, aqui, escrito pela minha lembrança sem saber como é exatamente a letra)
*ao baião, à dança, ao som da zabumba, à emoção, ao desejo e ao carinho.
Postado por Babe Lavenère Bastos
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7.3.06
TELETRANSPORTE JÁ!!!!!!!!!
Postado por Babe Lavenère Bastos
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